Quem escreveu
“Cuidar de alguém que a gente ama é diferente de cuidar profissionalmente.”
Sou enfermeira e trabalho com cuidados há mais de 30 anos. Mas foi dentro da minha própria família que aprendi as lições que mais carrego comigo.
Cuidei do meu pai, que teve Parkinson. Acompanhei e cuidei do meu sogro durante um câncer — inclusive nos cuidados com a colostomia. E hoje cuido da minha mãe, de 91 anos.
Entendi uma coisa que nenhum curso me ensinou: quando existe o vínculo afetivo, o cansaço, o medo e a emoção também entram na conta. Escrevi este guia para caminhar ao seu lado — com o que eu gostaria que alguém tivesse me explicado com calma, sem palavras difíceis.